A Teknisa estará presente na feira Fispal Food Service e convida os gestores de restaurantes corporativos, bares, restaurantes, fast food, suas redes e franquias, etc. para visitar seu estande na feira Fispal – o maior evento do setor de food service da América Latina.
O evento acontecerá entre os dias 13/06 a 16/06, das 13h às 20h e contará com a presença de marcas renomadas e com o que há de mais novo no setor, bem como muito conteúdo qualificado, trocas de experiências, networking, que irão compartilhar suas experiências e insights para ajudar a transformar o seu negócio.
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A Fispal Food Service é uma das maiores feiras do setor de alimentação fora do lar e a mais completa em soluções para o food service.
Realizada periodicamente em São Paulo, a feira reúne expositores e visitantes de todo o mundo em um evento de negócios que apresenta as últimas tendências, novidades e lançamentos do setor.
Em 2023, a Fispal Food Service retorna com ainda mais força, trazendo uma ampla variedade de produtos e serviços que atendem a diversos segmentos do mercado de food service.
A feira é o lugar ideal para quem busca atualização, capacitação e networking, contando com palestras, workshops, painéis de discussão e conversas ao vivo.
+ de 1.800 marcas expositoras + de 26 países visitantes Atrações e projetos especiais E uma expectativa de 46 mil de público visitante, incluindo profissionais de restaurantes, bares, hotéis, padarias, confeitarias, food trucks, entre outros.
Se você é um profissional do setor de food service, não perca a oportunidade de participar da Fispal Food Service 2023 e conferir tudo o que há de mais inovador e relevante no mercado.
Fundado em 1991, o Chopp da Fábrica é sinônimo da tradição belo-horizontina. Representante nata dos pratos de Minas Gerais, a empresa é recheada de histórias.
E para continuar com uma boa prosa em torno da mesa, o Chopp da Fábrica, em parceria com a Teknisa, decidiu ampliar suas metas de expansão.
Jésus Romanelli, diretor administrativo do Chopp da Fábrica, descreve como a escolha certa das soluções da Teknisa têm trazido vantagem competitiva, difusão da marca, e melhorado as operações, além de auxiliar os gestores nas tomadas de decisão.
Além disso, utilizando o software de gestão para bares e restaurantes da Teknisa tem sido possível melhorar a eficiência e, por fim, aumentar os resultados do Chopp da Fábrica.
“Eu sempre conseguia com os outros sistemas do mercado fazer o lançamento dos pedidos e o fechamento do caixa, mas não de forma tão confiável. Mas os sistemas da Teknisa trouxeram para nós a confiabilidade nos números, a facilidade nos acessos a dados, à emissão de um relatório que seja personalizado, e tudo isso de uma forma muito mais tranquila, sem ter que ficar reportando o tempo inteiro ao dono do software (Teknisa). Para nós isso foi muito positivo”, afirma Romanelli.
Romanelli diz que escolher as soluções Teknisa para restaurantes tem diversas vantagens:
“Digamos que depois que implantamos as soluções Teknisa conseguimos mais controle, mais fidelidade nos processos e mais liberdade. Conseguimos otimizar os processos e fazer com que funcionassem melhor, simplesmente porque o sistema já tinha o que precisávamos”, pondera Romanelli.
Romanelli reforça a credibilidade de atuar com uma empresa focada no setor de alimentação fora do lar.
“Eu acredito muito que, pela história da Teknisa na área de food service, pela expertise de quem trabalha nesse segmento desde 1990, o que a gente pede não é novidade, pois tudo o que precisamos já está inserido nos sistemas Teknisa. Isso é um ponto forte. O grande ganho dessa história toda foi exatamente a facilidade e confiabilidade”, reitera Romanelli.
No vídeo abaixo, Jésus Romanelli, diretor administrativo do Chopp da Fábrica, nos conta um pouco sobre como a empresa, em parceria com a Teknisa, vai centralizar os processos em sua nova unidade de delivery express.
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Conheça o passo a passo para elaborar o Manual de Boas Práticas em restaurantes
Elaborar um Manual de Boas Práticas para restaurantes pode ser desafiador, mas é crucial para garantir a segurança alimentar e cumprir com as regulamentações da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Este e-book é apresentado como um instrumento básico para o conhecimento das boas práticas na área alimentar com o objetivo de demonstrar o que é um Manual de Boas Práticas e a importância de tê-lo nas empresas do setor de alimentação.
Pensando nisso, a Teknisa desenvolveu este e-book com 10 dicas valiosas para auxiliá-lo nessa tarefa.
Com base em nossa vasta experiência em gestão de restaurantes comerciais e serviços de catering, compilamos as principais regras exigidas pelos órgãos certificadores para que você possa produzir um manual com mais segurança e eficiência.
Conheça as tendências globais e lições que podem ser aplicadas no varejo de food service
A NRF 2023 mostrou diversas tendências do varejo que podem e devem ser aplicadas pelos gestores do varejo, inclusive do varejo de food service.
A 113ª convenção anual da National Retail Federation, NRF 2023: Retail’s Big Show, reuniu mais de 35.000 participantes e 350 palestrantes no Javits Center de 15 a 17 de janeiro na cidade de Nova York para discutir sobre novas tecnologias e ideias inovadoras no varejo.
Neste artigo, vamos te mostrar alguns insights para o setor varejista sobre como a tecnologia, a cultura e a diversidade estão ajudando as empresas a crescer seus negócios. Boa leitura!
O varejo do futuro é o varejo do passado!
Um dos pontos de destaque na NRF 2023 girou em torno do conceito de “novo normal”. Ressaltou-se que o “varejo do futuro é o varejo do passado”, uma vez que os consumidores ainda querem produtos com melhor custo-benefício, acesso mais fácil, melhor escolha e personalização.
Apesar da aceleração do processo de transformação digital ocorrido globalmente nos últimos anos, o “novo consumidor” é orientado pela conveniência e deseja soluções mais econômicas para suas necessidades. Eles continuam buscando valor – e valor significa acesso mais fácil e mais opções.
Os consumidores querem transparência e mais controle sobre sua experiência online, mas também não querem a distração de ter que se preocupar com o que encomendam ou fazem online.
E o varejista precisa responder a essas demandas com a tecnologia, que permite que o consumidor tenha experiências cada vez mais personalizadas.
Conforme o diretor comercial da Teknisa, Leandro Assis, para os próximos anos, as empresas de alimentação fora do lar, que inclui bares, restaurantes, fast food com suas redes e franquias, bem como empresas que fornecem refeições coletivas, que têm inserido o varejo em seus negócios, terão aprendido a fazer gestão de crise, principalmente pós-pandemia. Elas estarão bem mais criativas para atender ao público exigente que está ainda em formação.
A estratégia omnichannel, que é uma abordagem multicanal focada em fornecer boas experiências ao cliente, será um recurso muito utilizado. Isso porque o mercado de alimentação estará em constante crescimento e evoluindo para as múltiplas opções de produtos e serviços para o cliente final. E esse assunto foi altamente discutido na NRF 2023.
“Conectar-se ao consumidor e oferecer excelência para ele é uma premissa a ser aplicada na atualidade e os bons resultados que vão repercutir no futuro”, reforça Assis.
Além disso, o mercado de alimentação deve aproveitar as dicas de tendências do varejo no evento NRF 2023 para diversificar os serviços e produtos, sabendo que a cadeia de suprimentos estará ainda mais interligada se valendo de ferramentas de e-commerce e de logísticas de entregas.
Deve-se investir na intensificação do uso de métodos para melhorar os padrões de eficiência e de segurança das cozinhas, que, por sua vez, estarão mais modernizadas seguindo as tecnologias da indústria 4.0, com automação, prevendo satisfação do consumidor tão exigente atualmente, maior produtividade, aumento das vendas e redução dos desperdícios.
Onde a tecnologia voltada para o varejo se encaixa na experiência do cliente?
Outra tendência do varejo discutida na NRF 2023 destacou que a tecnologia certa é econômica, oferece melhores opções e permite que os consumidores personalizem suas experiências.
E, é claro, que as tecnologias emergentes têm influenciado o futuro da experiência do cliente. Encontrar soluções de automação comercial para o varejo para otimizar sua gestão e simplificar tarefas repetitivas, permite que se crie uma operação mais eficiente e se concentre nas áreas que dependem da conexão humana e do crescimento de seu negócio.
O presidente e CEO do Walmart nos EUA, John Furner, por exemplo, ressaltou que mesmo em meio a macro-desafios como uma pandemia, a cadeia de suprimentos e questões trabalhistas, inflação e guerra — intensificadas nos últimos anos —, os varejistas devem agir rapidamente para atender às necessidades dos clientes que estão em constante mudança. (Fonte: Mercado&Consumo). Furner também enfatizou a importância de acompanhar as demandas do consumidor para reter e aumentar a fidelidade deles.
Com isso, é preciso reforçar que “as tendências de estilo de vida afetam as decisões de compra dos consumidores”, afirma Assis.
Sendo assim, é importante ressaltar que para se oferecer uma ótima experiência ao consumidor é necessário conhecê-lo, logo, nem tudo é tecnologia.
Tecnologia para simplificar o trabalho de sua equipe e impulsionar o envolvimento do cliente
Muitas vezes, é fácil ignorar o simples fato de que capacitar os funcionários com o treinamento e os recursos adequados – o que às vezes significa investir em ferramentas tecnológicas e soluções específicas – para garantir o sucesso do cliente é o primeiro e mais importante passo para uma ótima experiência do cliente.
Portanto, garantir a melhor experiência do cliente só pode acontecer se houver investimentos estratégicos em pessoas e em tecnologia. Aqui entra o papel do RH das empresas.
Em um estudo de pesquisa global seminal, “The Employee Experience Index, IBM Smarter Workforce Institute e Workhuman®” definem a experiência do funcionário como:
“Um conjunto de percepções que os funcionários têm sobre suas experiências no trabalho em resposta às suas interações com a organização”. (Fonte: site IBM)
De fato, é realmente muito simples: as empresas precisam levar a sério a implementação e manutenção de uma estratégia para otimizar o trabalho do setor e que seja motivacional e envolvente para a experiência do funcionário.
Como aponta a Deloitte Insights: Embora 80% dos executivos acreditem que a experiência do funcionário é importante ou muito importante para o sucesso do negócio, apenas 22% dos líderes empresariais consideram que suas organizações fazem um excelente trabalho ao criar uma ótima experiência para os funcionários. (Fonte: site Deloitte)
Isso é, de fato, um problema, especialmente para as empresas do setor varejista que estão sempre focadas nos clientes, porque uma boa experiência do funcionário e um bom ambiente de trabalho é uma necessidade em termos de engajamento, retenção e produtividade dos funcionários, e lá na ponta reflete na experiência dos clientes.
Sendo assim, as empresas do segmento de varejo de food service devem abordar a experiência do funcionário com o mesmo nível de comprometimento e disciplina com que abordam a experiência do cliente.
Cuidar do meio ambiente e do bem-estar das pessoas garante a excelência de um negócio
Muitas empresas já têm identificado diversas formas pelas quais podem fortalecer o valor do seu negócio investindo em mercados e iniciativas socialmente responsáveis, como sustentabilidade, bem-estar, inclusão etc.
Na prática: Segundo Assis, “no Brasil, podemos notar que as empresas do setor de food service têm focado na pauta de diversidade para atração de talentos, principalmente com absorção de imigrantes e refugiados, investimentos na capacitação dos funcionários, o que gera, em última análise, conexão com os clientes e stakeholders externos”.
Quanto ao meio ambiente, o setor de tecnologia intensificou suas ações recentemente para ajudar a acabar com a crise climática global. De sua parte, a NRF 2023 encorajou as empresas a discutir maneiras pelas quais a sustentabilidade pode ser integrada à cadeia de suprimentos.
E essa talvez seja a maior lição da pandemia para os varejistas: a cadeia de suprimentos global não está imune a interrupções. Alguns países ainda estão navegando nas restrições de exportações, e as memórias de prateleiras vazias ainda assombram as mentes dos varejistas e consumidores.
Na prática:Para tornar as cadeias de suprimentos mais resilientes, as novas tendências do varejo abordadas na NRF 2023 podem gerar insights que apontam aos varejistas do food service as seguintes sugestões:
Procurar produtos de fornecedores diferentes e ecologicamente responsáveis ou até mesmo considerar o fornecimento próximo para mover as cadeias de suprimentos para mais perto de seu negócio;
Revisar os custos de frete e transporte para ver o que pode ser otimizado ou ajustado para ser mais eficiente;
Considerar fazer parceria com bons motoristas de entrega ou ter os próprios para o serviço de delivery;
Experimentar diferentes modelos de negócios, incluindo espaços de aluguel como dark stores (lojas escuras), dark kitchens (cozinhas fantasmas), no caso do food service, centros de distribuição e etc.
Além disso, na NRF 2023, incentivaram a reduzir impactos ambientais e a redução de desperdício.
Conforme Assis, as práticas de sustentabilidade avançam com indicadores e ações de impacto mensurável no setor de food service.
“Podemos observar ações concretas das empresas do setor, principalmente na redução de desperdícios de alimentos, o que têm gerado valor corporativo e impacto ambiental”, conclui Assis.
Essas dicas ajudarão os donos de restaurantes a fazer sua parte para reduzir os prejuízos com o desperdício de alimentos, diminuir custos e reduzir a pegada ecológica.
Tendência do varejo food service: o consumidor omnichannel
Foram discutidos no NRF 2023 os benefícios de alavancar ferramentas digitais para fornecer uma experiência na jornada de compra personalizada em todos os canais, impulsionando o envolvimento do cliente e capacitando o “omni-shopper”, que são os consumidores que usam a tecnologia para fazer compras – seja online a partir de um computador ou dispositivo móvel, por telefone ou em uma loja física. Esses compradores são mais exigentes, conectados e orientados para a conveniência.
Assis reforça os benefícios do uso da tecnologia para oferecer uma experiência de compra personalizada em canais offline e online.
De acordo com relatório da Mckinsey (2021) compartilhou que “nossa pesquisa descobriu que as empresas que se destacam na personalização geram 40% mais receita com essas atividades do que as empresas comuns”. (Fonte: site da Mckinsey)
Segundo dados da Mckinsey (2020), quando bem-sucedidos, os programas de personalização geram clientes mais engajados e aumentam a receita.
Em geral, uma experiência positiva do cliente é extremamente significativa para o sucesso de um varejista: gera taxas de satisfação do cliente 20% mais altas, um aumento de 10 a 15% nas taxas de conversão de vendas e um aumento no engajamento dos funcionários de 20 a 30%. (Mckinsey)
Na prática: Mesmo que seu varejo seja do segmento de food service e seja de médio ou pequeno porte, cabe considerar algumas das prioridades a seguir, para o seu bar ou restaurante, visando melhorar a experiência de compra omnichannel:
Ter um aplicativo próprio com atualizações de compras e ofertas personalizadas;
Aumentar a fidelidade digital por meio de recomendações direcionadas e personalizadas;
Investir em marketing enfatizando o que é único e valioso para o consumidor com intuito de gerar visitas às lojas físicas, etc.
Assista ao vídeo e conheça a Comanda eletrônica e Cardápio digital para bares e restaurantes e aumente suas vendas.
O futuro das lojas físicas e a tecnologia
Embora muito do envolvimento físico dos consumidores tenha sido interrompido nos últimos dois anos, hoje vemos que isso tem mudado e há mais interação das pessoas com a marca na loja.
Os varejistas devem contribuir para o relacionamento holístico com o consumidor. Seguindo as recentes tendências do varejo de food service e o interesse dos consumidores, as lojas físicas estão a caminho de se tornarem “centros de experiência”.
No Retail’s Big Show 2023, discutiu-se também a experiência de compra que é levada ao próximo nível ao aliar a configuração 3D à AR (conhecida como Realidade Aumentada), permitindo que o consumidor coloque os produtos no ambiente que desejar.
De roupas a móveis, a experiência de apresentar em formato 3D permite que os clientes tenham visualizações de 360º dos produtos, aumentem e diminuam o zoom para ver certas especificidades, alterem características como cor, tamanho e material e até adicionem elementos especiais como acessórios ou gravuras.
Portanto, é o momento dos varejistas, inclusive do setor de alimentação, por exemplo, apresentarem maneiras criativas e experiências únicas para seus clientes.
“Seguindo as tendências do varejo, na Teknisa, além de diversos meios de pagamentos digitais, estamos desenvolvendo junto aos nossos clientes um aplicativo de pagamento com criptomoedas que permitem que as empresas aceitem esse tipo de transações — de forma segura devido à natureza das criptomoedas baseadas em blockchain”, relata Felipe Gonçalves, gestor de vendas e de novos negócios na Teknisa.
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O diretor da Teknisa reforça ainda que, é importante adicionar componentes digitais à experiência dos clientes nas lojas físicas, incluindo Realidade Aumentada (AR), displays digitais, quiosques interativos integrados (TAA – terminais de autoatendimento e TAP – terminais de autopagamento) e aplicativos projetados especificamente para atender a diversos públicos que anseiam por inovação e boas experiências.
Assista ao vídeo e confira a experiência de autoatendimento com o TAA da Teknisa.
Inteligência Artificial acessível ao varejo e isso envolve o food service
No que se refere ao futuro dos processos no varejo / food service destaca-se a utilização de softwares muito mais inteligentes com IA – Inteligência Artificial com reconhecimento de imagens, de pessoas, na apuração de informações das preferências de cada consumidor e/ou do cliente final, para otimização do atendimento, dos produtos e dos serviços oferecidos.
“Destaco a utilização de equipamentos com IoT – Internet das coisas – proporcionando mais monitoramento e gerando indicadores, por exemplo, da temperatura dos alimentos nas cubas, nas câmaras frigoríficas, enfim, desde o recebimento, distribuição até o estoque dos insumos, etc.”, afirma Gonçalves.
Todos os anos, a perda de estoque é “um problema de quase US $100 bilhões para o setor”, de acordo com a Pesquisa de segurança de varejo de 2022 da National Retail Federation. Como resultado, os varejistas estão recorrendo a soluções baseadas em Inteligência Artificial para reduzir esse problema.
Especialistas da NRF 2023 observaram que as empresas estão sofrendo perdas com roubos e furtos por meio de colaboradores, além disso estão fazendo devoluções falsas, usando descontos de maneira inadequada e roubando dinheiro de sistemas de ponto de venda.
Há também uma nova tendência chamada “sweethearting”, que é uma forma de roubo interno em que um funcionário entrega uma mercadoria gratuitamente ou com desconto a um amigo, familiar ou colega de trabalho. Eles podem fazer isso de várias maneiras:
Não escanear um produto;
Alterar o preço de um produto;
Anular intencionalmente um produto após digitalizá-lo;
Fornecer reembolsos ou crédito na loja para mercadorias que nunca foram realmente compradas.
E para evitar desvios, como os citados acima, no estoque que podem ocorrer desde a cadeia de suprimentos, centros de distribuição e no PDV é crucial ter um bom sistema de gestão de estoque a favor do negócio, a fim de rastrear as mercadorias e evitar a perda de estoque.
E-book: Leia o e-book sobre estratégias para evitar prejuízos em seu estoque
A IA trabalhará a favor da prevenção de perdas de estoque, e não será diferente para o caso de bares e restaurantes
A Inteligência Artificial (IA) se revela favorável dentre as tecnologias que mais podem auxiliar o setor de estoque, aqui no caso também se aplica ao setor de food service, pois conta com uma série de ferramentas que podem automatizar processos logísticos e beneficiar as empresas de alimentação fora do lar com a agilidade e precisão —, que são indispensáveis.
As aplicações da Inteligência Artificial vêm para revolucionar o setor de planejamento e de controle de estoques, que é um dos setores mais importantes da cadeia de suprimentos e representa boa parte dos investimentos do varejo, impactando diretamente nos custos dos produtos e resultados.
A IA se torna como um dos fatores-chave para melhoria da competitividade num mercado onde os consumidores estão muito exigentes e a pressão por preços e qualidade reduzem as margens de lucro.
O uso de Inteligência Artificial no estoque possibilita lidar com os desafios atuais e superá-los conforme os sistemas de IA se aprimoram, o que gera equilíbrio entre demanda, qualidade e agilidade.
Como ela pode interferir para melhoria da gestão do setor de estoque no mercado de food service, por exemplo:
A Inteligência Artificial pode contribuir com a gestão de estoque para lidar com volume de informações, redução de ociosidade e ganho de escala;
“A gestão e a operação de estoque poderá se beneficiar da Inteligência Artificial para enfrentar os complexos desafios que envolvem gerenciamento de inventário, compras, planejamento de demanda, movimentação, separação e armazenagem de pedidos, localização e detecção de produtos”.(
São de responsabilidade do profissional logístico: a compra de matéria-prima, a armazenagem, a escolha de embalagem e a distribuição dos produtos. É obrigação do profissional / gestor aplicar as regras da boa gestão e integrar todas essas áreas de forma a promover eficiência na entrega e redução de custo.
Entretanto, ainda que se aplique os melhores processos e se tenha bons gráficos e indicadores, é difícil para o profissional ter total controle.
Há muitos indícios que os sistemas logísticos avancem através da Inteligência Artificial (AI), tornando-se assim uma logística 4.0.
A Inteligência Artificial pode auxiliar na tomada de decisão, reconhecer padrões e fenômenos, e buscar informações lidando com um alto volume de dados e velocidade.
Com o aprendizado de máquina (em inglês, machine learning): que consiste em o sistema aprender a partir de dados informados por meio de avaliação e categorização, resultando no reconhecimento de padrões. Já com o aprendizado profundo (em inglês, deep learning): que tem a ver com conceito de aprendizado ininterrupto das informações obtidas, categorizando padrões em grupos específicos.
Sendo assim, o uso da Inteligência Artificial é cada vez mais impulsionada devido ao aumento da demanda por parte do frenético mercado e dos consumidores que exigem melhores preços e velocidade na entrega. As exigências do mercado passam por:
Capacidade de prever o volume de vendas antes do consumidor executar a compra; (DELLOT, et al., 2017).
Capacidade de prever produção combinado com a disponibilidade de mão de obra, além de mais controle do inventário, de criatividade no desenvolvimento de novos produtos e de lançamentos de campanhas promocionais inteligentes e personalizadas.
Estes fatores acima são complexos de prever. Logo, as técnicas tradicionais darão lugar à Inteligência Artificial, que vai combinar a experiência humana e a mineração de dados para prever a demanda, oferecendo mais precisão ao se comparar com os métodos tradicionais.
A separação de pedidos é uma tarefa que ocupa muito tempo, o que impacta na alta produtividade diretamente e diariamente. Com a Inteligência Artificial, melhorar este processo é o objetivo.
É possível criar ‘um agente’ ‘uma forma’ especializada para direcionar os estoquistas para locais específicos para separação de pedidos e assim, ocasionar a redução de fila de pedidos e lacunas entre a separação dos itens.
Também são tendências do varejo discutidas na NRF 2023 os robôs com visão computadorizada e algoritmos de machine learning capazes de fazer em tempo real a separação de itens identificando logos, etiquetas e formatos 3D.
Além dos robôs, os veículos autônomos desenvolvidos baseados na Inteligência Artificial já são mais que tendência. Eles são destinados a melhorar a operação logística nos CDs – nos Centros de Distribuição, substituindo os operadores de empilhadeiras e de guindastes.
Esses veículos são capazes de seguir itinerários e de mover produtos com muito mais agilidade. E, já que têm como base a Inteligência Artificial, são capazes de seguir aprendendo com as operações do dia a dia, armazenando informações de cada item e de cada percurso para melhor armazenagem, bem como de expedição.
Assim, é possível mensurar níveis de estoque, localizar produtos e facilitar a armazenagem com a Inteligência Artificial. Todas essas tendências do varejo demonstram que o setor de estoque pode se valer de aspectos desta atual transformação, por exemplo, previsão de demanda e movimentação de produtos, o que aponta para maiores ganhos de escala e de agilidade, e o que é melhor, sem afetar a qualidade.
Na prática: Os sistemas de gestão de estoque baseados em IA estão também ajudando os varejistas de food service a combater o roubo e a fazer o controle do estoque de bares e restaurantes. Para Gonçalves, esse investimento é fundamental “porque se trata de proteger tanto os gestores quanto os clientes”.
Saiba como a Steakstore, Stockyards integraram as informações das redes e aumentaram a performance operacional das equipes com o sistema para gestão de restaurantes.
Na prática: Aqui estão alguns benefícios que um sistema de gestão de estoque para o varejo de food service que está se transformando com IA:
Visibilidade em tempo real em todos os níveis do negócio;
Automatização de pedidos de compra;
Aumento da responsabilidade dos funcionários rastreando o estoque;
Rastreamento das vendas de cada item do cardápio;
Controle da quantidade de pedidos para a produção e o número de vendas para o consumidor final;
Automatização dos complicados processos de back-end;
Controle do inventário do seu restaurante ou bar; etc.
Como já mencionado, a Inteligência Artificial engloba todos os dispositivos, máquinas, ferramentas e métodos que imitam o raciocínio e algumas capacidades humanas. Assim, eles podem resolver problemas para os quais, até hoje, a melhor referência é a solução dada pelas pessoas.
Por essas e outras razões, os especialistas da NRF 2023 estimularam os varejistas a adotarem sistemas de prevenção de perdas baseados em IA, uma tendência do varejo que deve continuar no futuro.
Conheça mais sobre a Inteligência Artificial e aprimore a experiência do cliente!
Conclusão
Neste artigo, exploramos algumas tendências do varejo na NRF 2023 trazendo insights e tendências do evento para aplicar no varejo, enfatizamos aqui o varejo de food service, que é o setor em que a Teknisa tem mais expertise.
Entendemos que a transformação digital está tendo um impacto no setor de restaurantes como nunca antes.
Compreendemos que o comportamento do consumidores continuará mudando, e que eles continuarão buscando a tecnologia para decidir o que querem, onde querem e quando querem, e tudo isso cria mudanças significativas nas operações dos bares e restaurantes, fast food, suas redes e franquias, e na forma do gestor gerir seu negócio.
Outro ponto levantado foi o de avaliar como ser mais eficiente na hora de analisar os dados e como usá-los para oferecer uma ótima experiência ao cliente.
As tecnologias desde já devem estar sendo pensadas para que no futuro possam ser aplicadas com excelência na produção, na diminuição de turnover – o que envolve a atuação dos setores de Recursos Humanos, no atendimento personalizado omnichannel, nas entregas, na redução de desperdício, no aumento das vendas, na otimização dos recursos, no aumento dos lucros e na precificação, etc.
Em suma, pessoas movem os negócios, e ter soluções tecnológicas para reter os clientes, crescer e se envolver com os consumidores é crucial para o futuro do seu negócio.
Você sabe o que é ERP? Enterprise Resource Planning é um sistema de gestão que permite acesso fácil, integrado e confiável aos dados de uma empresa.
A partir das informações levantadas pelo software, é possível fazer diagnósticos aprofundados sobre as medidas necessárias para reduzir custos e aumentar a produtividade da sua empresa.
No passado, “ERP” era um termo que se concentrava mais. Em outras palavras, os sistemas ERP que vemos hoje são a evolução do que era originalmente MRP (MRP ii).
O ERP percorreu um longo caminho desde então e, para todos os efeitos, deve ser considerado um software de gerenciamento de negócios para todos os portes de empresas.
Os sistemas ERP se destacam por sua capacidade de unir vários processos de negócios e promover o fluxo de dados entre eles. Isso reduz os dados duplicados e melhora a qualidade geral dos dados do sistema de uma organização.
Com um banco de dados centralizado, graças ao ERP, as organizações desfrutam de maior eficiência, lucratividade e economia de tempo.
Acompanhe a leitura e entenda o que é ERP e para que serve. Boa leitura!
O que é ERP?
ERP é uma sigla derivada de Enterprise Resource Planning, que pode ser traduzido como “Planejamento dos Recursos Corporativos”.
Para entender melhor a definição e o funcionamento do Software ERP, podemos dizer que sua finalidade é gerir todos os processos em um único sistema integrado ERP para gestão empresarial.
O sistema ERP também integra e automatiza os dados dos diversos departamentos e dos fluxos de processos das atividades desempenhadas dentro dos ambientes empresariais, tais como:
Finanças;
Contabilidade;
Capital Humano;
Fabricação / Produção;
Marketing e Vendas, entre outros.
Os sistemas ERP são capazes de concentrar as informações em um só lugar, já que foram desenvolvidos com objetivo de solucionar os problemas de integração dos dados, bem como resolver as questões sobre a disponibilidade e a confiabilidade dessas informações.
Isso porque incorporam em um só sistema as funcionalidades que suportam os vários processos de uma transação em uma empresa.
Um pouco da história do ERP – Sistema integrado de gestão empresarial
Antes de existirem os sistemas ERP, as empresas contavam com sistemas MRP — Planejamento das Necessidades de Materiais (Materials Requirement Planning) — que eram utilizados para o cálculo das necessidades de materiais para a produção.
A partir do uso dessa funcionalidade, o software MRP foi evoluído para MRP II.
Atualmente, o MRP II é conhecido como “Planejamento dos Recursos de Manufatura” (Manufacturing Resources Planning), e a partir do uso dessa funcionalidade, se agregaram a ele novos módulos como:
Programação-mestre da produção;
Cálculo básico de necessidades de capacidade;
Cálculo detalhado de necessidade de capacidade;
Controle do chão de fábrica; controle de compras;
Planejamento de operações e vendas.
Dessa forma, informações pertinentes sobre manufatura foram extraídas dando apoio aos tomadores de decisão que agora contam com dados fidedignos proporcionados pelo MRP II.
A evolução não parou por aí. Mais módulos também foram incorporados ao MRP II, tais como: Gerenciamento dos Recursos Humanos; Vendas e Distribuição; Finanças e Controladoria; indo para além dos dados que compreendiam somente os da manufatura.
Portanto, o MRP II é um sistema que viabiliza o cálculo das quantidades dos recursos de manufatura, tais como: materiais, pessoas, equipamentos, etc.
O MRP também faz uma previsão dos momentos em que tais recursos são necessários, facilitando a formação mínima de estoque e cumprindo com mais precisão os prazos de entrega dos produtos.
O que uma solução MRP deve propor para a sua empresa:
Software validável pela Anvisa;
Processo de fabricação;
Periodicidade da produção por produto;
Horários de entrega;
Consideração de estoque mínimo;
Lotes em produção ou liberados;
Controle de lote econômico;
Auditorias de processos de fabricação;
Acompanhamento de produtividade;
Análise de custos da produção;
Posições e níveis de estoque;
Transações de recebimento;
Transferências e baixas;
Alocações de materiais produtivos;
Gestão de materiais não produtivos;
Calendário da produção: dias úteis, não úteis e turnos;
Rastreabilidade total – desde a matéria-prima até o cliente final;
Visualização de planejamento de lotes previstos por data, produto e quantidades.
No cenário da evolução do MRP II, um fluxo de informações sobre toda a empresa trafegava com mais velocidade, abrindo caminho para o surgimento do sistema ERP.
Tecnicamente, hoje, são os sistemas integrados de fábrica que permitem aos gestores fazerem a gestão de estoque e, ainda, apoiam estratégias que envolvem o planejamento de produção, planejamento de compras e entre outros.
Vale ressaltar que a integração de atividades entre setores distintos, e a análise sistêmica da empresa, facilita a tomada de decisão em virtude dos relatórios gerais e segmentados que uma solução ERP proporciona.
O surgimento dos sistemas ERP foi marcado por vários aspectos, sendo um deles a possibilidade de integrar as diversas áreas funcionais de uma companhia — produção, marketing, finanças e recursos humanos — bem como as operacionais, do planejamento estratégico e tático, provocando percepções diferentes do negócio a partir do conhecimento e do acesso às informações existentes.
Por volta de 1990, um grande número de sistemas ERP foram incorporados a fazer parte de diversas empresas, devido às pressões competitivas que elas sofriam — e ainda sofrem — e da necessidade em reduzir custos.
Mas, para isso acontecer era necessário integrar suas informações, sendo possível somente com os avanços tecnológicos.
Hoje, os sistemas ERP estão em alta e as empresas podem contar com as várias funcionalidades e com a acessibilidade que eles proporcionam.
Contudo, também há uma grande oferta de sistemas de gestão empresarial no mercado, dificultando a escolha pelo melhor.
Em contrapartida, pequenas e médias empresas também têm poder de compra para adquirir soluções tecnológicas, o que antes era possível somente para aquelas empresas que tinham recursos financeiros suficientes para investir em atualização tecnológica nos sistemas de informação.
E por falar em evolução, a tendência atual no que se refere a sistemas de informações gerenciais é de não apenas administrar as informações da empresa, mas de fazer toda a gestão da cadeia de suprimentos, envolvendo o planejamento estratégico e tático, inteiramente para cada cadeia, além da administração das questões operacionais para a empresa.
Dada sua importância em um negócio, vale destacar: Cadeia de suprimentos é o mesmo que Supply Chain Management (SCM).
É a esfera onde ocorre a gestão das informações sobre materiais e finanças. Tudo gira em um processo onde os dados e negociações trafegam entre as atividades de fornecedores para produtores / fabricantes, bem como dos atacadistas para os varejistas, até chegar ao final do fluxo que é o cliente ou consumidor final.
Já faz parte da história dos sistemas de gestão ERP o E-business, que modificou as práticas de compras, negociação e distribuição.
Novos mercados foram acessados, também novos fornecedores surgiram e se tornaram conhecidos devido ao novo modelo de negócio que envolve a internet.
Isso permitiu que a comunicação fluísse mais rapidamente, transformando a forma de gerir a cadeia de suprimentos.
O universo virtual também modificou o comportamento dos clientes, ou seja, do consumidor final, que agora tem muito mais acesso à informação.
Os consumidores tornaram-se mais exigentes com prazos, qualidade, custos, forma de pagamento, entre outros. Esse fator também colabora para um novo pensar sobre as práticas de logística, já que as estratégias de marketing de relacionamento são baseadas na satisfação do cliente.
Principais benefícios deum sistema ERP para indústria alimentícia e química
Agora que você já sabe o que é ERP e a história de seu desenvolvimento, é importante conhecer como ele pode ser aplicado à rotina da sua indústria alimentícia ou química.
Tráfego rápido e preciso da comunicação entre os setores;
Tomadas de decisão baseada na análise fidedigna de dados e dos processos;
Segurança da informação dos dados, principalmente quando o software ERP está na nuvem, evitando a exploração por hackers:
ERP protegido pela criptografia: Proteção contra ataques maliciosos ao sistema;
ERP protegidos por firewalls: Identificação e bloqueamento dos ataques maliciosos;
ERP com acesso restrito: Credenciamento, identificação e monitoramento de usuários chave.
Aumento na rentabilidade da empresa;
Integridade e confiabilidade nas informações adquiridas por meio do sistema ERP que integram todas as áreas da empresa;
O ERP, muitas vezes, é parametrizável, podendo suas funcionalidades existentes no sistema atual serem adaptadas ao perfil da sua empresa. Nesse caso, é necessário o desenvolvimento e integração das novas rotinas e dos processos do negócio ao ERP;
Os sistemas ERP adaptam-se à realidade brasileira no que diz respeito às obrigações legais;
Os sistemas ERP geralmente são versionados, e periodicamente atualizados (upgrades) para agregarem melhorias, correções de problemas e erros do sistema;
Automatização e padronização de processo: que muitas vezes eram feitos de forma manual ou pouco produtiva;
Redução de estoque: possibilidade de adquirir somente os produtos necessários nas quantidades certas e, ainda, aquisição de matéria-prima com preços menores e com qualidade;
Otimização de mão de obra: profissionais podem ser melhor aproveitados, uma vez que muitas das tarefas manuais serão realizadas pelo ERP;
Auxílio nas tomadas de decisões, podendo utilizar os KPIs (Key Performance Indicators), para a análise e identificação dos gargalos e problemas, tornando mais fácil descobrir o melhor caminho para solucioná-los;
Diminuição de erros ao se adotar um único sistema ERP, consolidando informações, a fim de evitar duplicidade de imputação de dados.
O que há de mais novo sobre o ERP envolve o modelo On-Premise ou On-Cloud. Fique por dentro dessa inovação!
A evolução da tecnologia não para, mesmo porque as empresas também evoluem seus processos e a sua forma de pensar, assim como passam a ter novas necessidades.
Pode-se afirmar que organizações de diversos portes estão buscando por soluções que as permitam ter foco nas atividades estratégicas; otimizar a performance; a ter mais estabilidade, escalabilidade e aumentar o espaço de armazenamento.
Qual é a diferença entre ERP On-Premise ou On-Cloud?
Os novos objetivos empresariais desencadeiam o próximo upgrade que envolve os sistemas ERP, que, ao invés de serem instalados localmente — ERP On-Premise — em servidores dentro das próprias empresas, passam a ser hospedados em um data center externo à empresa, em solução de cloud pública.
Esta é a definição do termo ERP na nuvem, em inglês ERP On-Cloud, ou Cloud Servers, ou ainda On-Demand.
Nesse caso, a operação da empresa é 100% em tempo real de forma on-line, e pode ser acessado de qualquer dispositivo e em qualquer lugar, eliminando a necessidade de hardwares e até de softwares acessórios ou secundários.
Há vantagens e desvantagens entre a modalidade On-Premise e On-Cloud. Por isso, é necessário fazer uma avaliação que envolve investimentos financeiros versus estratégias competitivas.
No caso de se optar por uma solução On-Cloud, gastos com hardwares e licenças são eliminados e a implantação tende a ficar bem mais em conta.
Mas como confiar na segurança dos dados de sua empresa uma vez retidos sob a gestão da empresa contratante?
E ainda há uma outra pergunta que pode começar a responder a esse questionamento: seus dados estarão seguros se estiverem sob a gestão de sua empresa? Será? Fique de olho, pois manter o servidor físico não evitará a imperícia da sua equipe de TI.
O conselho é avaliar as regras de segurança de sua empresa no que se refere à segurança dos dados e avaliar a idoneidade de seu fornecedor no momento de contratação de um ERP na nuvem.
Em geral, as empresas que oferecem esse tipo de serviço em nuvem treinam seu time de TI para ser capaz de prevenir os datacenters contra ataques de hackers e também desenvolvem camadas extras de proteção, se atentando aos processos e às metodologias para tornar o ambiente seguro para os dados de seus clientes, afinal a responsabilidade é toda dela.
De fato, hospedar soluções ERP 100% na nuvem é uma tendência, mas há perfis de clientes que preferem o ERP On-Premise, pois tendem a ser um ERP personalizado com mais facilidade e instalados com mais etapas, facilitando a forma de pagamento.
Ou seja, depende da necessidade de cada empresa e da condição de negociação de cada software house que tem que disponibilizar mais mão de obra, a qual envolve, por exemplo, profissionais de TI.
Além disso, é necessário fazer um investimento em infraestrutura de TI, o que requer maior tempo de implantação e configuração dos módulos que compõem um ERP.
Servidores físicos requerem manutenção, gastos com energia, treinamento de equipe.
Sabendo que hospedar ERP 100% na nuvem é uma tendência de mercado, cabe ressaltar, ainda, uma vantagem que é a contenção de custos.
Cloud Servers podem utilizar um método de pagamento e cobrança que se baseiam no ritmo em que requisições, ativações e desativações de serviços são demandados. Dito isso, cabe a cada gestor tomar a decisão mais assertiva para o porte e necessidades do seu negócio.
Mais evolução: o que é Inteligência Artificial e o que os sistemas ERP têm a ver com isso?
Inteligência Artificial (IA ou AI) é um assunto atual e se apresenta como o tiro certeiro para empresas e/ou indústrias que desejam utilizar tecnologias digitais avançadas para transformar seus modelos de negócios, suas principais operações e a de seus clientes.
A Inteligência Artificial é mais um avanço das novas tecnologias e pode trazer inúmeras vantagens para as empresas, como praticidade, velocidade, qualidade dos serviços e otimização dos processos. Trata-se de um recurso cada vez mais empregado para amplificar o desempenho e eficiência dos sistemas ERP, que é utilizado por grande parte do mercado.
A Inteligência Artificial funciona utilizando dados registrados em um sistema ERP, isto é, em um banco de dados, e passa a interpretá-los.
Além disso, ela é capaz de absorver padrões de comportamentos dos humanos quanto ao uso de um determinado software, por exemplo.
Sendo assim, uma vez que a forma como uma pessoa interage com determinada ferramenta foi assimilada em conjunto com o uso de dados e algoritmos, ela estará preparada para realizar tarefas rotineiras que antes eram feitas por um profissional.
Para exemplificar a situação acima, através da Inteligência Artificial é possível fazer cotações de preço junto a vários fornecedores e encontrar os melhores preços e a forma de pagamento ideal.
Tudo dentro do objetivo ou metas de cada empresa, seguindo horários, monitorando rotas de entregas, gestão de notas fiscais etc. Imagine com que velocidade e com que qualidade tudo isto pode acontecer!
Vale destacar que para aumentar a segurança e a consolidação dos dados em diversas esferas organizacionais, é necessária a adesão a um sistema integrado de gestão empresarial que contribua para melhor o processo de emissão de nota fiscal (NFC-e).
O importante é analisar e adotar um bom software que caiba no seu orçamento e que atenda ao porte de seu empreendimento. Até mesmo uma pequena empresa pode adotar um bom software de gestão contábil e financeira e aumentar o desempenho do seu negócio.
Além disso, com a tecnologia ERP e as soluções fiscal/contábil sua PME ou grande empresa terá o controle dos documentos tais como PAF-ECF, SAT, Notas fiscais ou NFC-e por meio do mapa de apuração, pré-validando todos os dados fiscais.
Fica a Dica:por meio dosoftware ERPda Teknisa,é possível ter a certeza de que os valores faturados serão enviados, ou seja, as notas fiscais e as contas a receber.
Diante dessa ilustração, a percepção é de que na combinação da IA com outras tecnologias digitais, em especial a Big Data Analytics, é que a tradicional cadeia de valor se moverá na direção de novas experiências, novos modelos de negócios e de novas fontes de receita, viabilizando a personalização dos produtos e serviços.
Os gestores, portanto, continuarão a ser autores dessa história que envolve a tecnologia. E agora, com a Inteligência Artificial poderão deixar o cérebro funcionar e ter muitos insights para gerir com sabedoria as empresas do futuro.
Quais são os principais tipos de módulos do sistema integrado de gestão empresarial ERP?
Um ERP é dividido em diferentes partes para tornar mais viável o fluxo de informações de vários níveis de complexidade dentro de uma empresa, possibilitando, além de uma melhor performance, a tomada de decisão baseada em dados, o que garante mais assertividade para os gestores.
Os módulos de uma solução ERP compõem a ferramenta de forma geral, e quando todos eles estão instalados, funcionam como engrenagens em uma máquina.
Em outras palavras, trata-se de um complexo de funcionalidades necessárias para automatizar processos de um negócio.
Sendo assim, a solução ERP modular torna-se mais flexível e permite uma manutenção e instalação com melhor desempenho, podendo até ser implantado aos poucos.
Implantar um ERP por etapas, segundo as primeiras necessidades de um empresa, é uma das vantagens de um sistema ERP modular, já que a implantação pode levar dias, isto é, alguns módulos podem ser implantados priorizando algumas áreas.
Se é melhor começar a implantação pelo departamento financeiro ao mesmo tempo que se implanta o estoque, não tem problema, essa condição vai depender de cada caso.
Em síntese, a modularização torna mais prático a padronização e a automatização de processos, melhorando a eficiência das operações.
Sistema ERP para Finanças
O sistema ERP para finanças é utilizado por diferentes tipos de empresas com objetivo de garantir a estabilidade das operações financeiras e a rentabilidade dos recursos aplicados. Tudo isso em tempo real, o que possibilita decisões mais ágeis e inteligentes.
Contas a receber
Gestão dos títulos a pagar e a receber;
Gestão da movimentação bancária;
Fluxo de caixa;
Orçamento financeiro;
CNAB;
DDA;
Conciliação bancária;
Controle de adiantamentos e devoluções;
Gestão de contratos de empréstimos e leasing;
Controle de cheques;
Gestão de cobrança;
Geração de boletos automaticamente;
Simulações em cenários no fluxo de caixa e ciclo financeiro;
Suprimento de valores;
Geração de títulos previstos a partir de autorizações de fornecimento para fluxo de caixa.
Controle Bancário
Lançamentos contábeis;
Aplicações e resgates;
Conciliação automática;
Comunicação eletrônica;
Transferências entre contas correntes;
Administração do caixa de forma centralizada;
Relatórios de acordo com a necessidade de cada usuário;
Planejamento das entradas e saídas previstas no período.
Fluxo de caixa
Comissões;
Controle multimoedas;
Saldos em contas correntes;
Aplicações / Resgates futuros;
Antecipações e postergações;
Títulos em atraso e títulos provisórios;
Integração de contas a pagar e a receber;
Títulos dos pedidos de compra e venda em carteira;
Simulação financeira com a entrada hipotética de empréstimos.
Orçamento financeiro
Consolidação dos dados da organização;
Tomada de decisões exibidas em vários níveis:
Regional;
Supervisor;
Filial;
Envio automático dos relatórios gerenciais por e-mail para usuários-chaves, como os proprietários das empresa e diretores;
Relatório para análise do desempenho de compras, financeiro e contábil, considerando a inflação;
Controle de níveis de estoque;
Painéis de indicadores para gestão da organização;
Principais indicadores financeiros disponíveis em dispositivos móveis.
Suprimento de valores
Acertos de viagens;
Controle de adiantamento financeiro;
Acertos de despesas;
Contabilização de despesas de viagens;
Devoluções de valores;
Agilidade nos acertos de contas, sem perda de informações financeiras.
Sistema ERP para Controladoria
O sistema ERP paragestão de controladoria é utilizado para geração de obrigações fiscais e um de seus benefícios é proporcionar tranquilidade na entrega contábil, em vários níveis organizacionais. O ideal é que funcione de maneira integrada ao controle patrimonial da empresa.
Geração de movimentos de estoque, financeiros, fiscais e contábeis;
Gestão de múltiplos tipos de operações;
Consistências fiscais;
Geração e pré-validação de obrigações acessórias;
Integração de impostos a recolher com o financeiro e geração de guias;
Gestão e apuração de todos os regimes fiscais;
Controle de documentos através da gestão do mapa de apuração;
Geração de inventário de estoque;
Parametrização por NCM.
Contábil
Acompanhamento orçamentário com comparativo de custo previsto e realizado;
Conceito de multi moeda;
Gestão de todas as ocorrências contábeis;
Atendimento às legislações e obrigações acessórias;
Consolidação das informações em vários níveis organizacionais;
Conceitos de contabilidade fiscal e gerencial;
Gerador de demonstrativo de resultados;
Plano de contas integrado com a Receita;
Análise vertical – indicadores de balanço;
Possibilidade de vários planos de contas.
Ativos
Imobilização e depreciação de bens;
Reavaliação de bens;
Transferência contábil e física;
Baixa de vendas com apuração de perda ou ganho;
Fechamento contábil e operacional mensal;
Importação dos bens de planilha Excel;
Informações de localização física de bens, quantidade, centro de custo, movimentação pela empresa, etc;
Mapa de depreciação por setor, filial, centro de custo e empresa;
Controle de apólices de seguros.
Sistema ERP para Capital Humano
O sistema ERP paragestão do capital humano é uma associação de habilidades, métodos, políticas, técnicas e práticas, definidas, com o objetivo de administrar os comportamentos internos e potencializar o capital humano.
Gestão de carreira e remuneração
Estrutura dos cargos através de competências e habilidades;
Atualizações individuais ou coletivas nas remunerações;
Projeções e comparativos de cargos e grupos de cargos x colaborador, orçamentos, comparativos de índices salariais, progressões de salários, entre outros;
Gestão de benefícios: vale-transporte, planos de saúde e parcerias.
Gestão de treinamentos
A distância – e-learning;
Presenciais, internos ou externos;
Necessidades de treinamentos;
Plano de capacitação.
Performance e clima organizacional
Plano de desenvolvimento pessoal;
Mapeamento de habilidades, relacionando elementos de conhecimento;
Avaliação de competências a partir da estrutura de cargos, considerando habilidades e condutas pré-determinadas para cada posto de trabalho.
Segurança do trabalho
Dispositivos de prevenção de acidentes e combate à incêndios, agentes e riscos ambientais;
Validade de equipamentos, inclusive de segurança e EPI´s;
Treinamentos: utilização de dispositivos de segurança, performance diante de riscos, prevenção de acidentes, postura e cumprimento de plano de ação contra acidentes.
Saúde e Medicina
Administração de planos de saúde;
Gestão de exames periódicos preventivos, prontuários, laudos de medicações, perfil previdenciário, controle de afastamentos, atestados, CAT, PPRA, PCMSO, EPI´s e EPC´s;
Histórico de funções e exposições de intensidade, medicamentos, diagnósticos e ocorrências.
Controle de frequência
Apontamento e abono;
Administração de banco de horas;
Folha de pagamento;
Registro de visitantes;
Recrutamento.
Recrutamento
Tabela hierárquica de postos, funções e históricos dos colaboradores;
Talentos categorizados para buscas com diferentes filtros: idade, sexo, formação, habilidades, entre outros;
Agendamento, entrevistas e testes.
Folha de pagamento
Emissão de informes anuais, declarações e holerites;
Cálculos: 13º salários, planejamento de férias, benefícios e comissões;
Ponto: ausências, banco de horas, horas extras, FGTS e refeições;
Pagamentos: contábil, financeiro, obrigações mensais, anuais e encargos, obrigações fiscais.
Sistema ERP para Produção / Fabricação
O sistema ERP paragestão da produção é utilizado para o gerenciamento do ciclo de vida de um produto desde a sua concepção, desenvolvimento e manufatura, permitindo que haja excelência no processo de rastreabilidade, durante e pós-produção, controlando todos os custos e recursos envolvidos.
Planejamento da produção
ANVISA – Software validável;
MRPI e MRPII;
Periodicidade da produção por produto;
Controle de utilização de recursos:
Geração das necessidades de compras;
Geração do plano de produção;
Controle de turnos de trabalho;
Controle de refugo;
Controle de prioridades na produção.
Qualidade da produção
Lotes indisponíveis em quarentena;
Análises e testes para liberação;
Auditoria de produto;
Rastreabilidade completa do lote;
Rastreabilidade de envolvidos na manipulação;
Controle de teor de matéria-prima;
Emissão de certificados de análise;
Bloqueio de produtos reprovados;
Emissão de ordens de compras e ordens de fabricação;
Abertura de desvios com aprovação posterior da função Qualidade.
O que é Sistema ERP para Marketing
O sistema ERP para marketing é utilizado para o gerenciamento de estratégias de marketing e alinhamento de processos de todas áreas com a área de comunicação, focando e mensurando metas até que sejam alcançadas.
Marketing
Organização de as informações referentes aos clientes;
Envio de newsletter;
Acompanhamento de propostas e orçamentos;
Histórico de leads e compartilhamento de informações com a equipe comercial;
Relatórios com informações-chave de retorno do investimento das ações de marketing.
Sistema ERP para Vendas
O sistema ERP de vendas é usado para que haja integração entre os pedidos de venda e expedição, proporcionando mais mobilidade para a área comercial, que reflete em agilidade e confiabilidade para as organizações.
Além disso, o módulo de gestão de vendas fornece informações sobre a rentabilidade completa do pedido e sobre a composição de preço, equilibrando o valor de um produto em relação a outro, levando em conta as taxas e impostos a serem aplicados.
Expedição
Automatização do processo de roteirização;
Gestão dos pedidos – follow-up;
Expedição por grade, rota, cliente e veículo;
Emissão de etiquetas;
Separação e expedição por código de barras;
Análise de pré-carga e acompanhamento de embarque;
Integração com Google Maps para análise de itinerário;
Controle e aprovação para devoluções de mercadorias;
Rastreabilidade de lotes;
Monitoramento de transferências entre almoxarifados;
Acompanhamento da saída de vendas e devoluções;
NF-e e CT-e;
Webservices de comunicação;
Transmissão ilimitada, sem cobranças adicionais.
Pedido de venda
Curva ABC por produto e cliente;
Tabela de preço personalizada por cliente e grupo;
Formação de preço fixo, variável e flutuante automática;
Gestão e follow-up de pedidos;
Comissão para equipe de vendas;
Pedidos mobile;
Gestão de pré-venda;
Acompanhamento e comparativo meta X venda;
Consulta de histórico e posição financeira por cliente;
Consulta lotes disponíveis e reserva lotes de acordo com vencimentos;
Cálculo do imposto no lançamento do pedido;
Definição de meta de vendas por período, volume e valor monetário;
Rentabilidade do pedido: definição de margens, grade de cores para monitoramento e workflow.
Sistema ERP para Cadeia de Suprimentos
O sistema ERP para gestão da cadeia de suprimentos (supply chain) é utilizado no gerenciamento da demanda de compras, seguindo orçamentos e alçadas. Também é usado na consolidação de valores, avaliação das melhores condições e integração entre compradores e fornecedores através de um e-commerce, por exemplo.
Compras
Periodicidade de entrega;
Embalagens preferenciais;
Controle de marcas e qualificação de produtos e fornecedores;
Limite e estoque de segurança;
Limites de alçadas;
Geração das necessidades automaticamente pelo MRP.
Suprimentos
Entregas ponto a ponto e via operador logístico;
Qualificação de fornecedores;
Cotação online multi-moedas;
Apuração de melhores compras;
Workflow de compras;
Autorização de fornecimento ponto a ponto;
Autorização de fornecimento operador logístico.
Documentos fiscais
Geração de movimentos de estoque, financeiros, fiscais e contábeis;
Importação de arquivos XML recebido dos fornecedores;
Manifestação do destinatário – sincronização com a SEFAZ;
Gestão e follow-up das compras através do cruzamento com as autorizações de fornecimento;
Geração dos dados fiscais automaticamente de acordo com as regras.
Indicadores
Relatórios gerenciais;
Pedidos de compras por fornecedor;
Compras por grupo;
Compras por tipo;
Orçamentos de X pedidos por mês.
Qualidades
Qualificação dos fornecedores;
Melhores preços;
Garantia das entregas;
Tolerâncias para não conformidades;
Auditoria e testes de produto.
Documentos fiscais
Automatização do processo de roteirização;
Geração de movimentos de estoque, financeiros, fiscais e contábeis;
Geração dos dados fiscais automaticamente de acordo com as regras;
Gestão dos pedidos – follow-up;
Expedição por grade, rota, cliente e veículo;
Emissão de etiquetas;
Separação e expedição por código de barras;
Integração com Google Maps para análise de itinerário;
Análise de características dos produtos no momento da compras;
Bloqueio de fornecedores quando houver divergência de valores;
Avaliação de preços: produto que rende mais ou traz melhor resultado;
Geração de pedidos de compra considerando a real necessidade de materiais para a produção.
Assista ao vídeo e conheça 5 fatores que impactam o controle e os custos de uma indústria
O que é gestão empresarial?
Gestão empresarial é ir além do universo técnico e administrativo no que se refere ao planejamento e aos objetivos da empresa.
Afinal, uma gestão empresarial eficiente aplica a um negócio ações e estratégias bem desenhadas.
E para isso acontecer utiliza-se recursos financeiros, estruturais e humanos, sendo que também é necessário conhecer os processos e ser capaz de modificá-los no momento oportuno.
De igual modo, é pertinente acompanhar o mercado, a concorrência e a movimentação dos clientes e dos consumidores.
O alvo é o crescimento saudável e contínuo da organização e, se preciso for, adquirir um novo ERP pode ser a saída. Avalie bem seu fornecedor de ERP. Nem sempre o mais caro é o melhor e vice-versa.
Guia sobre implantação de sistemas ERP
Ao adquirir um sistema ERP, é importantíssimo pensar também nos processos de implantação dessa ferramenta de gestão empresarial.
O processo de implantação requer o atendimento de tantas demandas que, ao concluir essa tarefa, esquecemos o que ele se propunha a fazer ou o que ele deveria fazer.
Para que esse conhecimento fique bem acessível, é preciso entender bem do que se trata para que não ocorra o fato de ter comprado algo que não atende bem às necessidades da sua empresa.
A cultura e os objetivos de uma empresa são fatores relevantes para se considerar o início da implantação de um sistema ERP, seja ele no modelo On-Premise ou On-Cloud.
Claramente, é necessário fazer um alinhamento sobre as premissas e expectativas de cada equipe, pois a mudança mexe bastante com a performance e cabeça de todos.
A implantação de um ERP traz mudança de paradigma, e a diretoria, os gestores e equipe técnica devem estar engajados para absorver o novo sistema, considerando que o ERP foi bem avaliado e escolhido como aporte para o crescimento da empresa.
“Lima et al. (2000) afirma que o sucesso na implantação do sistema depende da forma de alinhamento entre software, cultura e objetivos de negócio da empresa.
Dessa forma, é necessário ter: boa gerência; comprometimento da alta administração e dos proprietários dos processos; articulação entre os objetivos do projeto e expectativas de mudança da organização; e os usuários devem compreender a mudança.
Portanto, deve-se realizar uma avaliação do sistema mais adequado à empresa.”
É imprescindível considerar que um sistema ERP deve ser implantado por profissionais que tenham estudado bastante o negócio de sua empresa e, é claro, que tenha profundo conhecimento da ferramenta que vai implantar.
Implantar um novo ERP pode parecer demorado devido ao esforço que se deve empenhar, mas o custo-benefício deve ser levado em conta sempre.
A essa altura, o tomador de decisão já deve ter feito todas as análises junto aos fornecedores e deve ter se decidido pela melhor opção de ERP. Mais abaixo você terá mais explicações sobre o assunto implantação.
É preciso contextualizar que nenhum gestor se propõe a mudar de ERP sem entender que essa decisão é para trazer mais resultados e competitividade para a organização.
Além dos tomadores de decisão terem que saber o que é um ERP, é fundamental entender sobre gestão de empresas.
Saiba quais são as principais dúvidas na hora de escolher o melhor ERP:
Sistema: Qual sistema e qual a melhor opção do mercado?
Investimento: Qual o preço do sistema e o que irá agregar para minha empresa?
Fornecedor: O fornecedor é confiável? Qual experiência de mercado e qualidade no suporte?
Implantação: Como será o processo de implantação e quais dificuldades eu terei?
Um bom software ERP precisa ser escolhido segundo vários critérios e, de acordo com uma pesquisa realizada pelo ERP Software Blog, podemos ver os principais pontos pesquisados.
É importante também destacar que essa pesquisa separa os usuários que estão implantando o sistema ERP pela primeira vez, daqueles que estão numa segunda tentativa.
Isso mostrará a relevância dada a cada critério e como o nível de importância dos fatores se modificou após a primeira experiência.
Veja os principais critérios para a escolha de um ERP avaliados pela pesquisa na tabela abaixo
Outro fator importante é fazer um levantamento dos requisitos não funcionais. É importante conversar com os envolvidos para identificar as necessidades e levar em conta o que será preciso fazer.
Os requisitos não funcionais, mas que são importantes em um ERP se dividem em:
Usabilidade: É o termo que define as facilidades que as pessoas precisam para realizar as tarefas no software, ou seja, é toda a experiência de uso com o produto.
Confiabilidade: Relacionado à frequência e severidade de uma falha e precisão para realizar e manter o seu funcionamento.
Performance: São condições para realizar determinadas funções, associadas ao tempo de resposta e utilização de recursos de hardware e software.
Suportabilidade: São as características comportamentais, facilidade de manutenção e execução em diferentes plataformas operacionais.
Descubra qual é o melhor ERP para a sua empresa, seja ela uma indústria alimentícia ou química
Para quê esse software será utilizado?
Ele atende bem ao seu segmento? Um ERP pode variar bastante em custos e em funcionalidades, e ainda, com os módulos a serem adquiridos. Isto é, com número de usuários e até mesmo com seu modelo de negócios.
Avalie a reputação da empresa fornecedora, bem como da solução ERP comercializada por ela. Procure por cases de sucesso, e tente visitar alguns de seus clientes.
É muito importante que se escolha a empresa de desenvolvimento de software que tenha condições de manter o ERP atual e que seja capaz de arcar com os acordos e contratos por longo período.
Você já fez o mapeamento dos seus processos? Verifique se a maioria dos seus processos se encaixam ao que o ERP oferece.
Qual é o seu orçamento? Avalie o custo – benefício e o ROI – Retorno do investimento. Fique atento, pois nem sempre o mais caro pode ser o melhor para seu negócio, principalmente porque muitos softwares não possuem algo crucial para alguns perfis de negócios, como a rastreabilidade. Sendo assim, considere as automatizações, as reduções de custos e os retrabalhos que uma má escolha de ERP pode proporcionar. Além disso, prepare-se para arcar com o investimento e evitar que esse investimento saia do seu controle.
Verifique o modelo de implantação da empresa fornecedora de ERP. Também avalie o que ela oferece como suporte técnico e como funciona a metodologia de treinamentos da sua equipe. Os treinamentos podem ser feitos por um EAD(Ensino a Distância) — o que pode ser bem mais em conta.
Considere se a implantação pode ser feita por etapas e/ou por módulos, de acordo com o perfil de sua empresa e para que não atrase o andamento de seu negócio. Avalie ter seu ERP na nuvem ou não.
Cada empresa tem suas particularidades, por isso um modelo de avaliação não será suficiente. Basicamente, resta ao gestor a dura tarefa de pesquisar muito e não tomar uma decisão apressada. Sendo relevante assistir a muitas apresentações e fazer questionamentos, além de ter bem documentadas as propostas.
Assista ao nosso case de sucesso e saiba como o sistema ERP da Teknisa auxilia desde a chegada da matéria-prima até a entrega do produto final, respeitando as normas da Anvisa, obrigatórias na indústria química.
O que você precisa saber antes da implantação de ERP?
A implantação de um ERP é complexa e lenta na maioria das vezes. Por isso, esses processos devem ser avaliados cautelosamente pelos empresários, pois a aquisição de um novo sistema ou a integração de novos sistemas a um ERP é composta por várias etapas, tanto para o empresário, quanto para a empresa desenvolvedora.
Principais problemas na implantação de um sistema ERP
Infelizmente, existem muitos fatores que dificultam ou inviabilizam a implantação de um ERP. Alguns desses problemas são identificados no próprio ambiente de implantação, como:
Falta de envolvimento do usuário;
Falta de apoio da direção;
Problemas na identificação das necessidades do cliente;
Mau planejamento;
Falta de expectativas realistas;
Marcos intermediários;
Falta de uma equipe competente;
Falta de comprometimento;
Perda do foco;
Equipe desmotivada;
Falta de infraestrutura adequada;
Falta de qualificação da equipe usuária etc.
Essas questões também acontecem com a empresa responsável pela implantação do ERP, por isso é muito importante escolher a empresa desenvolvedora.
Os problemas são causados, principalmente, pela má compreensão das reais necessidades das corporações, o que muitas vezes prolonga o processo de implantação e, consequentemente, atrasam os processos internos das empresas, tornando o ambiente de implantação caótico e mais favorável ao erro.
Algumas dessas causas são:
Falta de gerenciamento da expectativa do cliente;
Falha no levantamento de requisitos;
Prazos mal definidos;
Falta de suporte técnico;
Falta de pessoal qualificado para o processo;
Falha na comunicação entre empresas.
Principais vantagens de implantar um software ERP
Nesse momento, você pode estar se questionando como se aprofundar nesse assunto para não cometer enganos. Sem dúvidas, é preciso consultar os profissionais da empresa fornecedora de ERP e buscar conteúdos idôneos a respeito do assunto.
Lembre-se: adquirir e implantar um software ERP interconectado traz muitas vantagens.
Conheça algumas delas:
Eliminação do uso de interfaces manuais;
Otimização do fluxo de informação dentro da organização (eficiência);
Otimização do processo de tomada de decisão;
Eliminação da redundância de atividades;
Redução dos limites de tempo de resposta ao mercado;
Redução das incertezas do Lead Time;
Incorporação de melhores práticas (codificadas no ERP) aos processos internos da empresa;
Redução do tempo dos processos gerenciais;
Otimização das compras;
Qualificação de fornecedores;
Redução de estoque;
Redução de custos;
Aumento da produtividade;
Aumento no lucro, a médio e longo prazo;
Gerenciamento centralizado em um único sistema, etc.
O processo de implantação de um sistema ERP de gestão empresarial é trabalhoso para ambos os lados, e precisa durar o tempo estipulado. Então, muito cuidado ao determinar prazos.
Por mais que existam consultores vendendo sonhos à sua empresa, argumentando que em pouquíssimos meses todo o seu sistema estará implantado, integrado e funcionando, duvide!
Há vários fatores internos e externos que não são considerados por ambas as partes e que tornarão esse processo longo, estressante e cansativo.
Esses fatores podem e devem ser evitados por ambas as partes, principalmente pela empresa que fica responsável pela implantação do sistema.
Portanto, é dever da empresa fornecedora do software esclarecer alguns pontos para seus clientes a respeito dos processos necessários para a implantação do ERP e fazer uma análise de requisitos detalhada.
Quanto ao empresário, ele deve se responsabilizar por entender os processos que ocorrem dentro de sua empresa e saber o que realmente é necessário e viável.
Por mais que o processo de implantação de um ERP pareça estressante, considere esse processo essencial para o crescimento, já que a ferramenta vai ajudá-lo a ter controle sobre os vários processos de uma empresa.
Assista ao vídeo e saiba quais setores da indústria o sistema ERP da Teknisa atende.
Sua empresa é do setor alimentício? Existe um ERP especial para esse segmento
No caso do ERP Teknisa, podemos afirmar que se trata de um conjunto de sistemas focado em:
Gestão de catering (restaurantes corporativos);
Alimentação Hospitalar;
Merenda Escolar;
Catering Aéreo;
Catering para Buffets e Eventos;
UAN (Unidade de Alimentação Nutricional);
Catering de refeições transportadas e similares.
Além dessas áreas, o ERP Teknisa opera em Bares, Restaurantes, Padarias, Pizzarias, Lanchonetes, Hamburguerias, Redes e Franquias, tanto na frente de loja quanto no backoffice (na retaguarda).
Também tem uma versão especial do ERP para atender com exclusividade as Indústrias de Alimentos e Bebidas (A&B).
Os benefícios de contar com um ERP para gestão do setor de food service da Teknisa são vários.
Entre eles destacam-se:
Gestão do estoque;
Gestão financeira;
Gestão de custos.
A integração das operações;
A garantia de rastreabilidade;
O aumento da produtividade;
A agilidade no atendimento;
O maior controle de vendas.
Por falar em gestão de custos e, principalmente, no segmento de alimentação fora do lar, contar com um sistema ERP específico para o food service é fundamental.
Exclusivamente, porque as empresas que trabalham com o gênero alimentação ou refeição, enfrentam com frequência a oscilação de preços de matérias-primas, o que reflete nos custos da produção.
A dificuldade de repasse dos aumentos que os insumos alimentícios vêm sofrendo, por exemplo, afeta bastante os números das empresas do ramo de alimentação.
Isso ocorre porque grande parte dos serviços a serem prestados, muitas vezes, passam pelo processo de licitações ou os contratos fechados para longo prazo sendo fechados com valores per capIta bem enxutos.
Além de tudo, há as exigências dos consumidores que estão altíssimas. Principalmente pós-pandemia. É desafiador para essas empresas de food service permanecer competitivas.
É sabido que as previsões financeiras do mercado de food service oscilam, frequentemente, e sempre há uma crise para driblar, e ela afetará vários segmentos.
Entretanto, os mais prejudicados serão aqueles que por vários motivos não conseguem repassar os aumentos dos preços das matérias-primas para o preço final (o produto).
O impacto negativo deve ser previsto e medidas devem ser tomadas em tempo hábil. Somente um ERP para food service que dispõe de relatórios e de KPIs – dados para tomada de decisão em tempo real é capaz de dar poder aos gestores desse setor.
Quais são os principais benefícios de investir em software ERP específico para a indústria de alimentos?
Os gestores têm entendido que ter o melhor sistema ERP de gestão integrada de todas as áreas para o food service é um investimento necessário.
Isso porque a automação é a melhor alternativa para tornar a gestão de custos e o planejamento orçamentário mais ágil e confiável, já que dados são dispostos seguramente em um único sistema de gestão e podem ser atualizados em tempo real.
Otimização de todos os processos
Também, devido às dinâmicas do ERP, podem ser implantados processos bem definidos e mais inteligentes, o que refletirá positivamente na qualidade da produção.
Gerenciamento de ponta a ponta
Ao mover dados e fluxos de trabalho de várias plataformas independentes para um único ERP em nuvem, os fabricantes de alimentos e bebidas podem organizar e acessar melhor seus dados.
Dessa forma, eles podem garantir integridade de dados superior, gerenciamento de produção, controle de qualidade, previsão e muito mais.
O software ERP certo permite que os usuários vejam todas as operações rapidamente, bem como obtenham relatórios com facilidade, localizem números de lote e identifiquem possíveis problemas.
Redução de custos
As empresas de alimentação fora do lar que utilizam um ERP específico para o seu segmento e que usam de metodologias específicas e aplicam as boas práticas da análise financeira para eliminar o desperdício e os custos desnecessários, inclusive quando o assunto é contabilidade, fiscal e tributação etc., têm se destacado no mercado de food service.
Como as empresas podem acessar uma visão holística do desempenho das operações com o software ERP, elas podem identificar rapidamente onde o custo e o desperdício podem ser reduzidos. Essa vantagem pode diferenciar os fabricantes de alimentos e bebidas da concorrência.
Rastreabilidade dos alimentos
Mesmo os fabricantes e processadores de alimentos mais iniciantes sabem a importância da rastreabilidade dos alimentos e as etapas necessárias para alcançar a conformidade. Mas o que eles podem não estar cientes é o papel que uma solução de software como um sistema de planejamento de recursos empresariais (ERP) pode desempenhar em seus esforços de rastreabilidade, segurança alimentar e prontidão de recall.
Em vez de depender de processos manuais, dados departamentais desconectados e planilhas para garantir que sua empresa permaneça em conformidade, por que não deixar uma solução criada para a indústria alimentícia fazer o trabalho crítico para você.
Ao aproveitar a rastreabilidade, a qualidade e a funcionalidade preventiva incorporadas a uma solução de ERP, você tem a capacidade de otimizar seus esforços de conformidade e garantir que está sempre aderindo às iniciativas e regulamentações globais de segurança alimentar.
Experimente o ERP Teknisa, utilizado por renomadas empresas de food service.
Assista ao vídeo e saiba como é o processo de rastreabilidade do sistema ERP da Teknisa
Quais são os problemas com a troca de um ERP?
Muitas vezes, existe, sim, a necessidade de troca de um sistema ERP, mas é bom ressaltar que desafios pela frente aparecerão, uma vez que um ERP é um composto complexo de sistemas no que se diz respeito ao volume de informações, funcionalidades e estratégias.
Comumente, na implantação de um ERP é necessário fazer a análise dos processos atuais que leva muito tempo. E ainda, vale destacar que por um período curto de tempo a equipe tenha que trabalhar no sistema antigo e no novo.
Havendo a necessidade de uniformização do entendimento de todos participantes da implantação.
Além disso, os novos sistemas ERP, muitas vezes, requerem mudanças nos atuais processos, sejam eles administrativos ou produtivos, afinal eles têm que se adaptar ao sistema em determinados aspectos e vice-versa.
É preciso cautela ao decidir implementar tais mudanças, já que é importante que elas estejam alinhadas aos objetivos de sua empresa.
Com a automação, muitos dos processos que eram feitos de forma manual passarão a ser realizados de forma automática. Isso mexe com as pessoas e pode causar estranheza e necessidade de aceitação.
É nesse momento que o gestor deve observar o comportamento dos profissionais, requerendo, em alguns casos, um treinamento de reciclagem.
Seus profissionais podem se sentir inseguros e resistentes às mudanças e o que elas representam, podendo ter alguma resistência.
Por isso, ter um programa de treinamento intensivo pode ser determinante para o sucesso de se ter um novo ERP.
Outro problema que pode ser enfrentado na mudança de um ERP é o alto investimento que foi feito. Isso impacta bastante, por isso é importante conhecer bem seu negócio, lembrando que o retorno do investimento (ROI) deve estar bem claro, senão será um tiro no pé.
Seu parceiro tecnológico deve ser bem avaliado quanto à idoneidade, tempo de mercado, principais clientes, know-how no seu tipo de negócio, tipo de tecnologia, capacidade de se manter atualizados, road map, isto é, onde seu fornecedor quer chegar e quando pretende chegar ao objetivo.
Lembre-se que quanto mais completo e multifuncional for o ERP a ser adquirido, mais certeza você terá de atingir seu potencial de otimização.
Considere adquirir os softwares mais completos e personalizáveis, que facilitam a integração entre os setores administrativo, produtivo e financeiro.
Se você está pronto para adotar um ERP com seus benefícios, saiba que, com um planejamento bem desenhado, metas bem definidas e com o apoio do RH de sua empresa, as questões podem ser resolvidas com assertividade.
Sem o apoio do RH, as falhas de comunicação podem ocasionar perdas financeiras graves, além de causar retrabalho, causando insatisfação dos gestores e dos colaboradores.
Seria ideal que o RH envolvesse as pessoas que utilizarão a ferramenta, isto é, desde o início das suas pesquisas por um novo ERP.
Ouça o que seus profissionais têm a dizer quanto a customizações, por exemplo. É indispensável também que se tenha o suporte da alta gestão, afinal, a implementação de um ERP pode levar meses e envolve custos.
Conclusão
A megatendência da digitalização implica uma mudança na importância do ERP: o que costumava ser uma ferramenta de suporte operacional aos negócios agora se tornou um importante alicerce estratégico para a rentabilidade e saúde financeira das empresas.
Bons sistemas ERP não precisam de nenhum software de terceiros em áreas-chave e são capazes de fornecer dados consistentes a todos os departamentos de uma empresa.
Por isso, para dar forma aos seus processos, expandir seu modelo de negócios ou simplesmente tornar sua produção mais ágil, adote o sistema ERP da Teknisa, que faz parte do roll de sistemas de excelência do mercado.
Estes esclarecimentos a respeito do que é um ERP pode permitir que você tome decisões importantes na hora de adotar um ERP.
Muito prazer, somos a Teknisa!
As soluções Teknisa são unificadas e integradas e estão implantadas em grandes players do mercado Food Service.
O sistema ERP para gestão empresarial possui estruturas customizáveis, modulares e flexíveis e foram desenvolvidas nas plataformas web e mobile, promovendo a assertividade e agilidade na tomada de decisão.
Quer fazer uma avaliação conosco? Entre em contato! E, sim, podemos agendar uma visita em um de nossos clientes. Vamos bater um papo?